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Reúna a nata da música popular brasileira. Um ás em cada seguimento. Um expert em cada ritmo. Um líder em cada nuance. Misture a isso doses peculiares de talento, entrosamento, foco, determinação e música. Muita música. Na alma. Eis o x da questão. Eis o X de Ouro.

Músicos renomados, conhecidos por seus trabalhos de direção musical e como músicos de artistas de diversos gêneros, entre eles Leo Gandelman, Rita Lee, Milionário e José Rico, Daniel, Péricles, Raça Negra, Maria Rita,Belo, Orlando Moraes, Alexandre Pires, Jorge Aragão, Sorriso Maroto, Jorge Vercilo, entre outros, Fábio Viotto (bateria), Michel Fujiwara (guitarra), Wilson Prateado (baixo), Rafael Castilhol (piano e teclados), Alisson Ramos (percussão), Wilson de Paula (percussão), Douglas Raphael (voz), Levy Sales (voz), Alexandre Lucas (voz) e Marcelo Braga (sax barítono /gaita/ flautas), chegam ao mercado para, não apenas fazer, mas para destacar a diferença.

A partir do dia 30 de abril, quando o disco de estreia do X de Ouro estará disponível para download no ITunes, o público poderá conferir um trabalho de qualidade ímpar, masterizado nos Estados Unidos, com uma ideologia peculiar.

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IDEOLOGIA X DE OURO

Realidade que virou sonho ou sonho que virou realidade?
Talvez, um antigo provérbio africano nos ajude a decifrar: " Raro é o sonho que começa e acaba na mesma noite. A verdade não esta num só, mas sim em muitos sonhos." E para o X DE OURO, o maior dos sonhos é ter a liberdade de poder realizá-los.

É um protesto que virou música ou música que virou protesto?
Se há sangue na veia, o coração bombeia, logo, se na alma há sentimentos, não expressá-los é o maior dos tormentos. Exemplo deixado por aqueles que jamais permitiram que o clamor de suas vozes fosse efêmero. Músicos cujas mãos há muito tempo se sentiam limitadas para expressar os seus dons, tocavam músicas que eles se identificavam, porém não os identificavam.

É a ideologia em forma de som ou um som em forma de ideologia?
O encontro de dez músicos com ideias afins construindo um ideal, porque não dizer uma filosofia; afinal, o X DE OURO não quer ser apenas um encontro musical, mas sim um movimento cultural e libertador. Nutridos pela essência de um dos maiores idealistas da era contemporânea, Martin Luther King. E ele assim disse:
"Nós não somos o que gostaríamos de ser.
Nós não somos o que ainda iremos ser. Mas, graças a Deus, não somos mais quem nós éramos.”

É a dissidência que veio da união ou união que veio da dissidência?
Surge o Advento X DE OURO, a união daqueles que discordaram. Nem sempre a discordância é o fator preponderante para a separação, o X DE OURO fez o papel inverso, porque a discordância não foi a quebra de uma aliança, mas sim a construção de uma outra.
Afinal, o X DE OURO simboliza tudo isso e é tudo isso em um símbolo.
É o som que cala, é o silêncio que fala, é sério e é despojado, é magia e é real. É a descontração concentrada! É viagem de pés no chão, é a grande vontade de não seguir a maioria e de ser seguido por muitos, autenticidade é tudo, originalidade é a nossa marca, pelo menos tentamos; afinal de contas, ser original num mundo onde tudo é cópia, não é fácil, mas não é por isso que não tentaremos.
Não há nada melhor do que a liberdade de se expressar da forma que se gosta. A música é a nossa e a sua voz, onde você pode homenagear, dedicar, criticar, protestar, polemizar, unir, separar, envolver, seduzir, chorar, sorrir, conquistar, jogar fora, por isso, liberte-se e será libertado. Exalte, para ser exaltado! Como já dizia o poeta das ruas: “gentileza gera gentileza”, e respeito gera respeito.
É preciso entender cada ideologia para que você tenha a sua, pois não há ideologia maior do que entender e, acima de tudo, respeitar a dos outros, não queremos ser melhores, se queremos ser diferentes, não o sabemos, mas é a nossa intenção: fazer a diferença para todos. Deixar de complicar o que é simples e, às vezes, tornar o simples um tanto complicado, parece complicado, não é? Mas é tão simples dizer o que muita gente pensa, porém não tem coragem, ou não tem espaço, ou simplesmente não tem facilidade para fazer, mas tem facilidade para assimilar. É uma honra, uma responsabilidade falar pelos outros, entretanto, alguém tem de assumir isso, por que não nós?
Se alguém tem de fazer uma coisa diferente, que seja você, é melhor fazer o que pensa, ser o que é, “e não ter a vergonha de ser feliz”, do que passar a angústia de ter de acompanhar a onda. A moda quem faz é você, a tendência é você que cria, nada pior do que o rótulo, por isso, não temos um.
O som que sai de nós é aquele que nossa inspiração comanda, as nossas referências são muitas, mas a nossa definição é uma só: temos de ser "X" em tudo. Presunção? Pretensão? Pode ser que sim, pode ser que não. Muito se confunde presunção com ousadia e pretensão com audácia, mas o que seria da evolução se não fosse a presunção dos ousados de ir além e a pretensão dos audaciosos que apostaram não ser tão conservadores, que ao velejarem por caminhos incertos, desvelaram novos horizontes.
Não existe meta se não há um ideal, e mais uma vez o X DE OURO diz que o seu é divertir informando, é discutir em voz baixa para chegar a altos objetivos.
O "X" é um movimento do bem, mas para isso, temos de viver pelo e para o bem. Tudo pelo bem do som e da vida, sem preconceitos! Ser “X” é seguir o nosso próprio caminho.
Ser X é ir em busca da verdadeira liberdade. É isso que somos: simplesmente “X” DE OURO!!!

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